2 de junho de 2010
TODAS AS MULHERES SÃO ESPECIAIS PARA DEUS
Nosso Deus é um Deus que não faz distinção entre pessoas. Pelo contrário, trata-nos de acordo com nossas singularidades, usando situações comuns, e às vezes inesperadas, para cumprir sues propósitos em nossas vidas.
Nosso Deus é um Deus amoroso, que se importa conosco, individualmente, com Ele podemos contar em todos os momentos, alegres e tristes, pois em nenhum momento Ele desamparou ninguém que se aproximasse dele com um coração sincero.
Para comprovar essa verdade, basta observarmos sua forma de agir com algumas mulheres:
... Quando cuidou de Rebeca, preparou um marido especial vindo de uma terra distante
(Gn 24.40,51)
... Quando protegeu Raabe, em meio a uma cidade a ser conquistada, garantiu a salvação de toda a sua família ( Js 2)
... Quando amparou Noemi, após sua viuvez, usou uma nora dedicada que nunca a abandonou (Rt 1.16, 17)
... Quando atendeu o pedido de Ana, providenciou a chegada de um filho muito desejado ( 1 Sm 1.10,11)
... Quando buscou uma mulher para ser a mãe de seu Filho, elegeu Maria, que alcançou graça diante dele ( Lc 1.30)
... Quando desejou ensinar os discípulos, aceitou o sacrifício de uma mulher que deliberadamente derramou no corpo de Jesus um caríssimo perfume (Mt 26.6-13)
... Quando precisou de alguém para amparar Jesus, enquanto Ele proclamava o Evangelho do Reino e discipulava os doze, separou Maria, Joana e Susana, que ajudaram a sustentá-lo com seus bens (Lc 8.1-3)
... Quando quis mostrar o nosso valor, conduziu mulheres até o túmulo de seu Filho, para que fossem as primeiras a encontrar Cristo e anunciar a sua ressurreição (Mt 28.1-10).
Se nos tempos bíblicos Deus ja dedicava tanto cuidado e atenção às mulheres, não trataria você, mulher do séc 21, da mesma maneira!?
Cada uma possui sua própria história. História de desafios, vitórias, fé e esperança. Única e espcial como você!!!
13 de maio de 2010
SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS
Maria, mãe de Jesus, é um grande exemplo, senão o maior, mostrado no Novo Testamento, no que se refere à atitude de respeito, fidelidade, total submissão às criaturas por amor a Deus.
Ela mostra essas virtudes ou qualidades, dentre tantas que possuía, não apenas perante o anjo que lhe apareceu, mas durante toda a sua vida de cuidados e amor ao Seu Filho e Senhor.
Quando o anjo Gabriel disse a Maria que Deus a havia escolhido para ser a mãe do Salvador, ela aceitou imediatamente a notícia sem rebeldia nem discussão, recebendo com plena confiança a sublime missão que lhe cabia (Lc 1.26-38).
Apesar de ser bastante jovem, Maria revelou-se temente a Deus e cumpridora de suas leis. Como filha de Ana e Joaquim, mostrou-se obediente aos seus pais e, em relação aos seus parentes externou uma atitude amorosa e participativa por ocasião da visita que fez à sua prima Isabel, grávida de seis meses, permanecendo com ela durante três meses e depois voltando para sua casa. (Lc 1.39-56).
Como mulher, Maria exalta e dignifica a feminilidade pela sua postura pautada na honra, na humildade, no amor a Deus e ao próximo, na força do espírito, na sabedoria, na simplicidade, no equilíbrio interior, na longanimidade e, enfim, na nobreza de caráter.
Na condição de mãe, é também um exemlo notável, pois foi mãe devotada, amorosa e uma incansável colaboradora de Jesus. Experimentou a alegria e a dor, do estábulo aos pés da cruz. Suportou a saudade e as aflições consolada pela ressurreição de seu divino filho.
Ela mostra essas virtudes ou qualidades, dentre tantas que possuía, não apenas perante o anjo que lhe apareceu, mas durante toda a sua vida de cuidados e amor ao Seu Filho e Senhor.
Quando o anjo Gabriel disse a Maria que Deus a havia escolhido para ser a mãe do Salvador, ela aceitou imediatamente a notícia sem rebeldia nem discussão, recebendo com plena confiança a sublime missão que lhe cabia (Lc 1.26-38).
Apesar de ser bastante jovem, Maria revelou-se temente a Deus e cumpridora de suas leis. Como filha de Ana e Joaquim, mostrou-se obediente aos seus pais e, em relação aos seus parentes externou uma atitude amorosa e participativa por ocasião da visita que fez à sua prima Isabel, grávida de seis meses, permanecendo com ela durante três meses e depois voltando para sua casa. (Lc 1.39-56).
Como mulher, Maria exalta e dignifica a feminilidade pela sua postura pautada na honra, na humildade, no amor a Deus e ao próximo, na força do espírito, na sabedoria, na simplicidade, no equilíbrio interior, na longanimidade e, enfim, na nobreza de caráter.
Na condição de mãe, é também um exemlo notável, pois foi mãe devotada, amorosa e uma incansável colaboradora de Jesus. Experimentou a alegria e a dor, do estábulo aos pés da cruz. Suportou a saudade e as aflições consolada pela ressurreição de seu divino filho.
26 de abril de 2010
OS FILHOS DO LIXO
Eu mesma já vi gente morando junto de lixões, e crianças disputando com urubus pedaços de comida estragada para matar a fome.
Quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco?
Gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo.
Sentadas sobre o lixo. Uma cuidando do irmãozinho menor, que escalava a montanha de lixo. Criadas, como suas mães, acreditando que Deus queria isso.
Deus não quer assim. Deus não inventou a indiferença, a crueldade, o mal causado pelo homem. Nem mandou desviar o olhar para não ver o menino metendo avidamente na boca restos de um bolo mofado, talvez sua única refeição do dia. E naquele instante, a câmera captou sua irmãzinha num grande sorriso inocente atrás de um par de óculos cor-de-rosa que acabara de encontrar: e assim se iluminou por um breve instante aquela imensa, trágica realidade.
(Revista Veja- 14 de abril de 2010 - texto resumido de Lya Luft)
Quem somos, afinal? Que país somos, que gente nos tornamos, se vemos tudo isso e continuamos comendo, bebendo, trabalhando e estudando como se nem fosse conosco?
Gravei a tristeza, a resignação, a imagem das crianças minúsculas e seminuas, contentes comendo lixo.
Sentadas sobre o lixo. Uma cuidando do irmãozinho menor, que escalava a montanha de lixo. Criadas, como suas mães, acreditando que Deus queria isso.
Deus não quer assim. Deus não inventou a indiferença, a crueldade, o mal causado pelo homem. Nem mandou desviar o olhar para não ver o menino metendo avidamente na boca restos de um bolo mofado, talvez sua única refeição do dia. E naquele instante, a câmera captou sua irmãzinha num grande sorriso inocente atrás de um par de óculos cor-de-rosa que acabara de encontrar: e assim se iluminou por um breve instante aquela imensa, trágica realidade.
(Revista Veja- 14 de abril de 2010 - texto resumido de Lya Luft)
7 de abril de 2010
BUSCANDO A PAZ
"Boas brigas". de modo geral, são motivadas por um sentimento humano chamado raiva. E a raiva humana não é bem vista aos olhos de Deus. Ao contrário, a Bíblia é clara: nosso Deus é um Deus de PAZ!
Em meio aos problemas diários, às vezes nos percebemos tomadas por sentimentos nada cristãos, não é mesmo? Mais comum ainda: tendemos a partir para uma solução litigiosa. Por exemplo, ao saber que alguém está fazendo ou falando algo para nos prejudicar, nossa reação mais imediata é o revide. Ficamos indignadas com o que está acontecendo e sentimos uma necessidade quase incontrolável de dar o troco. Será que esse troco é um sentimento que vem de Deus? Será que é assim que o Senhor quer que nos comportemos? Certamente não.
Nosso papel como filhas de Deus é buscar sempre soluções pacificadoras. Se alguém faz algo que lhe prejudica, converse com essa pessoa, demonstre sua insatisfação com o ocorrido, peça que a situação seja desfeita ou, até mesmo, uma retratação. Mas deixe que o Senhor Deus trate o coração de quem a prejudicou.
"Pois tu, ó Senhor, Deus do céu, abençoas os que te obedecem, a tua bondade os protege como um escudo!" ( Salmos 5.12)
31 de março de 2010
UMA AMIGA IMPROVÁVEL
MARIA MADALENA
Um dos aspectos intrigantes da vida de Jesus na Terra foi sua amizade com as mulheres. Elas não eram valorizadas naquela cultura. Contudo, Jesus era seguido por mulheres fiéis que eram suas amigas íntimas.
Havia um grupo de mulheres que viajava com Ele e os discipulos que os sustentava financeiramente.Uma delas era Maria Madalena, de quem Jesus havia expulsado uma casta de sete demônios. Ela não queria ficar longe daquele homem, que a tratara com tanto amor e respeito, por isso viajava com Ele e ajudava a cuidar de suas necessidades materiais.
Maria Madalena tornou-se umas das amigas mais fiéis de Jesus. Ficou ao lado da cruz enquanto Ele morria, assistiu ao seu sepultamento, e retornou ao sepulcro no domingo de manhã para levar especiarias para ungir seu corpo.
Quando Maria chegou ao sepulcro e descobriu que a pedra havia sido retirada da entrada, temeu o pior: que ladrões tivessem roubado o corpo de Jesus. Nem em seus mais fantásticos sonhos ela poderia ter imaginado a alegria que a esperava. JESUS HAVIA RESSUSCITADO DOS MORTOS!!! E Ele apresentou-se a ela antes de aparecer a qualquer outra pessoa.
Ela não o reconheceu de imediato.
Mas quando Jesus a chamou com doçura, reconheceu seu Salvador e amigo, e com sua alegria de ter abraçado Jesus lhe chamou de Raboni ou Mestre.
Jesus logo voltaria para o céu por isso lhe deu a doce incumbência de proclamar as boas novas ao resto dos discípulos.Que feliz tarefa!
O fato de Cristo ter escolhido uma mulher para anunciar mensagem tão importante, numa cultura que não a aceitava como testemunha oficial, revela o valor que Ele atribuíra a Maria. E assim como Maria fez, você também pode se entregar por inteiro a Cristo, em amor, amizade e serviço - pois Jesus vai sempre valorizá-la e nunca a decepcionará!
Um dos aspectos intrigantes da vida de Jesus na Terra foi sua amizade com as mulheres. Elas não eram valorizadas naquela cultura. Contudo, Jesus era seguido por mulheres fiéis que eram suas amigas íntimas.
Havia um grupo de mulheres que viajava com Ele e os discipulos que os sustentava financeiramente.Uma delas era Maria Madalena, de quem Jesus havia expulsado uma casta de sete demônios. Ela não queria ficar longe daquele homem, que a tratara com tanto amor e respeito, por isso viajava com Ele e ajudava a cuidar de suas necessidades materiais.
Maria Madalena tornou-se umas das amigas mais fiéis de Jesus. Ficou ao lado da cruz enquanto Ele morria, assistiu ao seu sepultamento, e retornou ao sepulcro no domingo de manhã para levar especiarias para ungir seu corpo.
Quando Maria chegou ao sepulcro e descobriu que a pedra havia sido retirada da entrada, temeu o pior: que ladrões tivessem roubado o corpo de Jesus. Nem em seus mais fantásticos sonhos ela poderia ter imaginado a alegria que a esperava. JESUS HAVIA RESSUSCITADO DOS MORTOS!!! E Ele apresentou-se a ela antes de aparecer a qualquer outra pessoa.
Ela não o reconheceu de imediato.
Mas quando Jesus a chamou com doçura, reconheceu seu Salvador e amigo, e com sua alegria de ter abraçado Jesus lhe chamou de Raboni ou Mestre.
Jesus logo voltaria para o céu por isso lhe deu a doce incumbência de proclamar as boas novas ao resto dos discípulos.Que feliz tarefa!
O fato de Cristo ter escolhido uma mulher para anunciar mensagem tão importante, numa cultura que não a aceitava como testemunha oficial, revela o valor que Ele atribuíra a Maria. E assim como Maria fez, você também pode se entregar por inteiro a Cristo, em amor, amizade e serviço - pois Jesus vai sempre valorizá-la e nunca a decepcionará!
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