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6 de julho de 2010

PAZ - UM RELACIONAMENTO CORRETO

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a Bíblia descreve a PAZ, como um resultado de um correto relacionamento com Deus e com o próximo. A palavra grega "eirene" tem um significado semelhante a da palavra hebraica "shalom".
A paz espiritual descreve a sensação de bem-estar e satisfação que vem de Deus e depende somente da presença divina. A paz espiritual interna é vivida por qualquer cristão que permanece no Espírito, mesmo enfrentando as tempestades da vida.
A verdadeira paz de Deus protege o coração e a mente dos cristãos das preocupaçoes, que oferece a salvação, também promete presença e poder na vida de seus filhos e filhas. Sua presença cria em nós um sentimento de confiança, independentemente de circunstâncias, pessoas ou coisas.
Embora seja impossível compreender completamente, a verdadeira paz é fruto do Espírito Santo e faz parte da "armadura de Deus". Conforme o apóstolo Paulo, entender e viver o evangelho produzem paz que nos permite marchar firmes na batalha espiritual e sobreviver a todos os tipos de dificuldades e perigos. Aquele que crê recebe paz de Deus como virtude de uma vida santa e proteção contra as forças do mal. Onde a paz de Deus está presente, não há espaço para as preocupações.




1 de julho de 2010

QUANDO O TEMPO DE DEUS NÃO É O MEU TEMPO

Sara é uma personagem da Bíblia - Antigo Testamento - sua história muito nos tem a ensinar.
Ela, juntamente com seu marido Abraão deixou sua terra, Ur dos Caldeus rumo a Canaã. Eles eram felizes, mas Sara era estéril, mesmo assim Deus os convocou a gerar uma nação em terra estranha, prevendo que seus descendentes  a herdariam. Era isso o que os impulsionava. Era isso que os movia.

A HISTÓRIA DE SARA CONTADA POR ELA MESMO....

Era certo que Deus tinha nos dado a promessa. Mas, talvez, cresse que seríamos mais ativos para cumpri-la. Pois apegada a mim havia uma diminuta sombra de dúvida que cresceu além do que pude conter. Minha esterelidade virou grande frustração  de desejos e enredou planos dos quais logo me arrependi.
Descendentes poderiam vir não só de um filho genuinamente nosso. Pareceu melhor o trajeto comum às mulheres de meu tempo: ceder a  serva Hagar a Abraão para, por meio dela, dar-lhe um filho.
O plano funcionou, Hagar gerou Ismael. Porém, nada foi mais desastroso do que a presença deles em nossa família. Hagar assumiu posto feminino de igualdade nas relações caseiras. Isso me acresceu novas porções de inveja, provocando desentendimentos contínuos entre mim e ela, entre mim e Abraão. Só me restou desfazer a grande armadilha que eu mesmo construi.
Mesmo com esses desencontros todos, Deus graciosamente nos deu Isaque(que significa riso) fruto da legítima promessa. A paz voltou à casa; a alegria, ao dia a dia. Mas marcas enraizadas ficaram na nossa história, na de Hagar e Ismael e na de tantas gerações seguintes; marcas que o tempo não conseguiu apagar.



Sara tinha uma promessa em que esperar. Esta promessa foi confirmada por Deus ao longo de sua existência.
Mesmo tendo a promessa, não soube esperar o tempo e a forma prevista por Deus para cumpri-la, tentando antecipar o cumprimento da promessa a seu modo.
O resultado de sua pressa foi a geração de muitos conflitos na família. Deus cumpriu a promessa na forma e no tempo que havia previsto.
Mesmo depois do nascimento de Isaque, as consequências da antecipação de Sara permaneceram. É preciso não só crer nas promessas de Deus, mas também aguardar que Ele as cumpra a Seu modo.
A ansiedade é o grande inimigo do sucesso na espera do cumprimento, pois pode levar a precipitações. O antídoto para não se deixar guiar pela ansiedade é a dependência contínua de Deus.

"ENQUANTO ESPERO O TEMPO DO CUMPRIMENTO DAS PROMESSAS, ACHEGO-ME A DEUS COM CONFIANÇA!"

7 de junho de 2010

RUTE - Relacionamentos duradouros são construidos em tempos dificeis

Esse relato é feito por RUTE, uma personagem bíblica do Antigo Testamento. Apesar de Rute ter vivido muitos anos atrás, sua lição de vida continua atual para nós nos dias de hoje.


 
A vida nem sempre transcorre como a gente quer. Tudo o que me aconteceu não passava pela minha cabeça, nem de longe, quando me casei com Malom.
A gente se casa pra construir  uma história com alguém que amamos. Perder Malom significou perder um futuro sonhado. Como encontrar forças para reconstruir meu presente e projetar novos rumos?
Minha sogra, Noemi, durante o tempo em que morou em Moabe, passou a ser para mim um exemplo de mulher. Ela mesmo havia perdido o marido, e vê-la enfrentar a viuvez com coragem me fortaleceu para lidar com meu próprio luto e ampará-la na perda mais terrível ainda  dos dois filhos.
A vontade dela era tentar refazer a vida aqui, em sua terra natal. Imaginava sentir-se de novo em casa apesar da dor incalculável. Quase veio sozinha e por sua vontade teria vindo, pensando em nos poupar de mais perdas, a mim e á minha concunhada. Mas deixá-la ir, ela, uma mãe e amiga, era pior do que deixar minha terra. Eu a segui, de boa vontade e decididamente. Sua terra seria minha terra. Seus parentes, meus parentes.
E foi nessa nova terra que Deus, pouco a pouco, ajudou-nos a reconstruir a vida; no começo com muita dificuldade, mas com o passar do tempo, tudo foi se ajeitando. Aqui também conheci Boaz, com quem me casei. Ele, da família do meu ex-sogro, assumiu o cuidado dos bens do falecido e também me tomou como esposa - restituição de Deus em minha vida e na de Noemi. Deus nos deu, assim, novos começos, e Noemi pôde ainda segurar nos braços um neto, um renovo que transformou suas lágrimas em alegria.

A amizade e a lealdade de Rute foram o caminho pelo qual  Deus promoveu novas oportunidades para as duas mulheres e a continuidade da linhagem do Salvador Jesus por meio de Davi. Em tempos de adversidade, descobrem-se os amigos mais leais. Os verdadeiros amigos são provisão de Deus nos momentos mais difíceis da nossa vida.





2 de junho de 2010

TODAS AS MULHERES SÃO ESPECIAIS PARA DEUS


Nosso Deus é um Deus que não faz distinção entre pessoas. Pelo contrário, trata-nos de acordo com nossas singularidades, usando situações comuns, e às vezes inesperadas, para cumprir sues propósitos em nossas vidas.
Nosso Deus é um Deus amoroso, que se importa conosco, individualmente, com Ele podemos contar em todos os momentos, alegres e tristes, pois em nenhum momento Ele desamparou ninguém que se aproximasse dele com um coração sincero.
Para comprovar essa verdade, basta observarmos sua forma de agir com algumas mulheres:
... Quando cuidou de Rebeca, preparou um marido especial vindo de uma terra distante
     (Gn 24.40,51)
... Quando protegeu Raabe, em meio a uma cidade a ser conquistada, garantiu a salvação de toda a sua família  ( Js 2)
... Quando amparou Noemi, após sua viuvez, usou uma nora dedicada que nunca a abandonou           (Rt 1.16, 17)
... Quando atendeu o pedido de Ana, providenciou a chegada de um filho muito desejado ( 1 Sm 1.10,11)
... Quando buscou uma mulher para ser a mãe de seu Filho, elegeu Maria, que alcançou graça diante dele      ( Lc 1.30)
... Quando desejou ensinar os discípulos, aceitou o sacrifício de uma mulher que deliberadamente derramou no corpo de Jesus um caríssimo perfume (Mt 26.6-13)
... Quando precisou de alguém para amparar Jesus, enquanto Ele proclamava o Evangelho do Reino e discipulava os doze, separou Maria, Joana e Susana, que ajudaram a sustentá-lo com seus bens (Lc 8.1-3)
... Quando quis mostrar o nosso valor, conduziu mulheres até o túmulo de seu Filho, para que fossem as primeiras a encontrar Cristo e anunciar a sua ressurreição (Mt 28.1-10).

Se nos tempos bíblicos Deus ja dedicava tanto cuidado e atenção às mulheres, não trataria você, mulher do séc 21, da mesma maneira!?
Cada uma possui sua própria história. História de desafios, vitórias, fé e esperança. Única e espcial como você!!!

13 de maio de 2010

SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS

Maria, mãe de Jesus, é um grande exemplo, senão o maior, mostrado no Novo Testamento, no que se refere à atitude de respeito, fidelidade, total submissão às criaturas por amor a Deus.
Ela mostra essas virtudes ou qualidades, dentre tantas que possuía, não apenas perante o anjo que lhe apareceu, mas durante toda a sua vida de cuidados e amor ao Seu Filho e Senhor.
Quando o anjo Gabriel disse a Maria que Deus a havia escolhido para ser a mãe do Salvador, ela aceitou imediatamente a notícia sem rebeldia nem discussão, recebendo com plena confiança a sublime missão que lhe cabia (Lc 1.26-38).
Apesar de ser bastante jovem, Maria revelou-se temente a Deus e cumpridora de suas leis. Como filha de Ana e Joaquim, mostrou-se obediente aos seus pais e, em relação aos seus parentes externou uma atitude amorosa e participativa por ocasião da visita que fez à sua prima Isabel, grávida de seis meses, permanecendo com ela durante três meses e depois voltando para sua casa. (Lc 1.39-56).
Como mulher, Maria exalta e dignifica a feminilidade pela sua postura pautada na honra, na humildade, no amor a Deus e ao próximo, na força do espírito, na sabedoria, na simplicidade, no equilíbrio interior, na longanimidade e, enfim, na nobreza de caráter.
Na condição de mãe, é também um exemlo notável, pois foi mãe devotada, amorosa e uma incansável colaboradora de Jesus. Experimentou a alegria e a dor, do estábulo aos pés da cruz. Suportou a saudade e as aflições consolada pela ressurreição de seu divino filho.
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